Brasil Instrumental
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Acervo Festival Brasil Instrumental

  

 Apresentação:

O Festival Brasil Instrumental sem dúvida se confirmou como um dos mais importantes espaços de divulgação da música instrumental brasileira. Nas suas 11 edições, 8 em Tatuí e 3 itinerantes, foram centenas de shows e workshops envolvendo os mais importantes nomes da música instrumental brasileira, bem como tornou-se um atrativo para os estudantes de música e os novos artistas de dentro e fora do país, fazendo de Tatuí e região um verdadeiro pólo de cultura. A partir da 9ª edição o Brasil Instrumental tornou-se itinerante sendo realizado com apoio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo através do ProAC, da UNICAMP através do Instituto de Artes e Prefeituras que vem recebendo o projeto nas 3 últimas edições como de Campinas, Botucatu, Ourinhos, Santa Cruz, Timburi, Chavantes, Fartura, Marília, Tatuí, Ubatuba, Ribeirão Preto, Presidente Prudente, Itapira, São Paulo Capital entre outras. Hoje nesse estado pós-pandêmico buscamos uma recuperação do acervo dos mais de 250 shows realizados para digitalização e construção de um Festival permanente dentro do site www.brasilinstrumental.com. Esse acervo se encontra dividido, tendo as gravações das 8 edições realizadas no Conservatório de Tatuí, do período de 2000 a 2008 guardados em CDs na sede do conservatório e das 3 edições itinerantes, 2010,2013 e 2017com a produção do festival, com a TV UNICAMP e também em várias gravações informais feitas por participantes e espectadores. Queremos organizar essa memória e disponibilizá-la gratuitamente online para o mundo.

História:

Queremos digitalizar e disponibilizar para acesso gratuito dentro do site Link externo abre em uma nova guia ou janelawww.brasilinstrumental.com, os mais de 250 shows inéditos realizados no período de 2000 a 2017 das 11 edições do festival Brasil Instrumental. Além dos acervos guardados e conhecidos, como do Conservatório de Tatuí, da Ong Brasil Cultural e da Unicamp iremos, através de campanhas online, pesquisar e agrupar todas as referências existente como, imagens de vídeo e fotos, matéria de jornais e revistas, programas, depoimentos, etc., numa ampla e abrangente pesquisa. Além dos shows foram realizados, nesses anos, mais de 300 workshops, oficinas debates, palestras, bailes e jam sessions. Foram gravados 5 CDs das 5 Mostras que também serão disponibilizados no site. Segue a lista de shows:

I BRASIL INSTRUMENTAL 2000 (30 shows)

 

Banda Mantiqueira

Banda Savana

Orquestra Popular de Câmara

Toninho Ferragutti

Nelson Ayres

Trio Curupira

Nenê Quarteto

Fernando Correa

Vinicius Dorin Quinteto

Paulo Braga Quinteto

Orquestra Violões & Cia

Quebrando Galho

Paulo Flores e Cambanda

Paulo Freire

Mônica Salmaso

Banda Curare

Andre Mehmari, Celio Barros e Renato Martins

Isaias e Israel Almeida

Bakará Trio

Big Band Prata da Casa

Sete Instrumental

Teco Cardoso e Léa freire

Duo Sonâncias

Arigo Barnabé Trio

Laércio de Freitas Sexteto

Rafael dos Santos Quarteto

 

II BRASILINSTRUMENTAL 2002 (30 shows)

Hermeto Pascoal

César Camargo

Época de Ouro

Toninho Horta

Guinga

Heraldo do Monte

Trio Bonsai

Arrigo Barnabé &Paulo Braga

Léa Freire & Teco Cardoso

Hamilton de Holanda & Brasília Brasil

Pau Brasil

Banda Mantiqueira

Banda Savana

Orquestra Popular de Câmara

Toninho Ferragutti

Nelson Ayres

Trio Curupira

Nenê Trio

Fernando Correa

Vinicius Dorin

Paulo Flores e Cambanda

Paulo Freire

Andre Mehmari Trio

Rafael dos Santos Quinteto

Orquestra Violões e Cia

Moar Terra Octeto

Itiberê e Orquestra Família

Bonsai

Quebrando o Galho

Joyce

 

III BRASILINSTRUMENTAL 2003 (10 shows)

Banda de Pífanos de Caruaru

Hamilton de Holanda  & Curupira

Carlos Malta e Quarteto de Corda

Bonsai

Banda Mantiqueira

Quebrando Galho

Paulo Flores & Cambanda & Vinicius Dorin

Arranca Toco

Maurício Carrilho, Pedro Amorin e Jorginho do Pandeiro

Banda Brasil Instrumental -  Moacir Santos

 

IV BRASIL INSTRUMENTAL 2004 (21 shows)

João Donato

Mauro Senise

Paulo Russo

GilsonPeranzzeta

Grupo Uakti

Maurício Einhorn

Marcio Montarroyos

Dori Caymmi & Banda Brasil Instrumental

Yamandu Costa

Banda Jazz Sinfônica

Cambanda & Mônica Salmoso & Teco Cardoso

Grupo Armazém Abapuru

Batucada Brasil

Trio Setó

Mente Clara

 Orquestra 11 Cabeças

 Qu4tro a Zero

 Rubinho Antunes e Grupo

 Quadratura

  Edinho Pessoa

Grupo,Comboio

 

V BRASILINSTRUMENTAL 2005 (30 shows)

MANDU SARARÁ

QUEBRANDO GALHO

ZIMBO TRIO

MARCELO ONOFRE E BANDA

RUBINHO ANTUNES QUARTETO

MAOGANI

AMANAJÉ

MENTE CLARA

BANDA BRASIL INSTRUMENTAL - Tom Jobim

JAIZ IN 4

QUARTETO BRASILEIRO DE SAXOFONES

MEIRELES & COPA 5

FÁBIO LEAL E ANDRÉ MARQUES

PAULO FLORES & CAMBANDA c/ PAULO FREIRE

HÉLIO DELMIRO E GRUPO

JOÃO FRANCISCO CORREIA E GRUPO

QU4TRO X ZERO

PAULO MOURA - KXIMBLUES

RASPA DO TACHO

BALAIO DE GATO

JOVINO TRIO

MADEIRA DE VENTO

CURUPIRA

PAU BRASIL

CAÍTO MARCONDES

PAULO BRAGA E CELSO VEAGNOLI

RABO DE LAGARTIXA

TRIO COBRA CRIADA

BIG BAND SAMJAZZ

ORQUESTRA TABAJARA - SEVERINO ARAÚJO

 

VI BRASIL INSTRUMENTAL 2006 (22 shows)

EGBERTO GISMONTI

LANÇAMENTO CD 2a MOSTRA

ORQUESTRA DE SOPROS BRASILEIRA

REG. DARIO SOTELO

TRIO CORRENTE

ANDRÉ MARQUES E VINTENA BRASILEIRA

LAÉRCIO DE FREITAS

BAMBU

SAX BEM TEMPERADO

EDUARDO NAZÁRIO E GRUPO

PARTICIPAÇÃO LELO NAZÁRIO

COMBOIO

JOÃO FRANCISCO CORREIA

NOITE RADAMÉS GNATTALI

CAMBANDA E SAM JAZZ-DIREÇÃO PAULO FLORES

ORQUESTRA SINFÔNICA JOVEM

PAULO BRAGA (PIANO) - KARIN FERNANDES (PIANO)

REG. MARCELO MAGANHA

MAURÍCIO RIBEIRO

BANDA URBANA

SUJEITO A GUINCHO

TABAJARA BELO TRIO

CACIQUE JAZZ COMBO

FILÓ & ARISMAR DO ESPÍRITO SANTO

 

VII BRASIL INSTRUMENTAL 2007 (35 shows)

COQUETEL DE ABERTURA - PRÉ-LANÇAMENTO DO PROJETO "BENÊ, O FLAUTISTA"

A OBRA DO POLÊMICO E GENIAL BENEDITO LACERDA - CAIXA 1

SHOW - BENEDITO LACERDA

CHORO DAS 3

QUEBRANDO GALHO

CAMBANDA JAZZ COMBO

participação: Humberto Araújo

direção: Paulo Flores

CONVERSA RIBEIRA

QUARTETO CAFÉ

À DERIVA

MARCOS PAIVA MP6

DEMMA K

TRIO CARAPIÁ

AMANDA BONFIM

BANDA URBANA

JOÃO FRANCISCO TRIO

COMBOIO

LANÇAMENTO DO CD MENTE CLARA

HUMBERTO ARAÚJO E QUEBRANDO GALHO

SIZÃO MACHADO E BANDA

DANIEL ALCANTARA E BANDA

ITIBERÊ E OFICINA DO 7o BRASIL INSTRUMENTAL

CHICO PINHEIRO E FÁBIO TORRES

PROVETA, GUELLO E QUEBRANDO GALHO

MODERNA TRADIÇÃO

GABRIEL GROSSI E MARCO PEREIRA

ROSINHA PASSOS E PAULINHO PAULELLI

BONSAI

VINICIUS DORIN - CD "REVOADA"

NÁ OZZETTI E ANDRÉ MEHMARI

LANÇAMENTO CD - RUBINHO ANTUNES E GRUPO

MARCIO BAHIA E GRUPO

JONNHY ALF

BORGHETINHO

SINFONÉTICA

THIAGO DO ESPIRITO SANTO - CD "THIAGO"

TRIO 363

BANDA BRASIL INSTRUMENTAL - MAESTRO BRANCO

 

VIII BRASIL INSTRUMENTAL 2008 (43 shows)

5a Mostra

1o Festival de Viola Caipira

1o Festival de Banda de Coreto

COQUETEL DE ABERTURA LANÇAMENTO CD 4a MOSTRA 2007

Hamilton de Holanda Quinteto

Rafael Vernet

Írio Jr

Amanajé

Laércio de Freitas & Alessandro Penezzi

RODA DE CHORO

Banda João Camargo de Tatuí

Nó de Pinho

Coração Quiáltera

Baile Severino Araújo e Orquestra Tabajara

Banda da Universidade Estadual do Pará

André Marques

Marcelo Onofri Quinteto

Lula Galvão

Valdir Verona & Rafael Deboni

Ricardo Herz

Baile com: Toninho Ferragutti (gafieira)

Trio Macaíba (Forró)

Dr. Cipó

Ricardo Vignini

Eduardo Neves Sexteto

Paulo Freire & Ivan Vilella

Marcos Tardelli

Índio Cachoeira

Banda Brasil Instrumental "Pixinga, o arrajador"

Cléber "Carrapicho" Rangel

Orquestra a Base de Cordas de Curitiba

Trio Carapiá

Orquestra a Base de Sopros de Curitiba

Clebér Almeida Sexteto

Orquestra Mundana

Fernando Caselato

Ítalo & Renno

Hahor Gomes

Banda Municipal de Hortolândia

Cacai Nunes Quarteto

DuoFel

Baile Spokfrevo Orquestra

Banda Sinfônica de Sta Rosa do Viterbo

Spokfrevo Orquestra

Izabel Padovani & André Marques

 

IX  BRASIL INSTRUMENTAL 2010 – IA – Unicamp - Campinas  (19 shows)

 

Laércio de Freitas e Jazz Combo de Tatuí

Trio Jabur

Amanajé

Quintal Brasileiro

Cumieira

Tambaleio

Mané Silveira Convida

Choro de Prima

Vinicius Granziol Quinteto

Toninho Horta

Garimpo

Rafael de Lima Quarteto

Rubinho Antunes

João Paulo Amaral Trio

André Marques e Vintena Brasileira

Orquestra de Metais Lyra Tatuí

Marcelo Onofri Quarteto

Two Kites

Orquestra Jazz Sinfônica do Festival (Cyro Pereira)

 

X BRASIL INSTRUMENTAL 2013

1ª Fase

 

São Paulo, Ribeirão Preto, Presidente Prudente, Campos do Jordão, Ubatuba, Itapira,  (50 shows)

Arrigo Barnabé

Toninho Ferragutti

Paulo Freire

Lupa Santiago

 Benjamin Taubkin

Paulo Braga

Paulo Flores

Rodrigo Digão Bráz e Grupo

Madeiras Sonoras

Noneto de Casa

Lucas Bonetti Octeto

Duo Nascimento Vinci

Fabiano de Castro
Paulo Maia Trio
Toninho Carrasqueira Trio

Rafael Altro

Hot Jazz Club

Mocambo Groove

Erujazz

Som de Sax

Trio Bartira

Quarteto Chão da Terra

Léo Ferrarini e JP Gonçalves

Trio Três Pontos

Projeto QuatroMais

Social Jazz Club

Combo Sarará

Marcelo Louback

Rafael Clarm Qto

Mutamba

Urubatã

Duo Giovelli

Tais Naomi Qto

Mauricio Gerace Trio

Mariana Sanchez Qto

Acerta o Passo Qto de Saxofones

Código Ternário

Rafael Said Quinteto

Danilo Pizianni e Bruno Camargo

Pó de Café Qto

Tiago Santos trio

Espinho de Limoeiro

Fulô da Serra

Hot Jazz Club

Projeto Do Re Mi

Tiê Duo

Trio Ladeira

Trio Pau de Arara

Trio a Vácuo

 

2ª Fase (16 shows)

Paulo Freire Trio

Toninho Ferragutti e Neymar Dias

Arrigo Barnabé – Clara Crocodilo nova geração

Lupa Santiago e Paulo Braga

Benjamin Taubkin e Trio + 1

Paulo Flores e Jazz Combo de Tatuí – Integral Coisas Moacir Santos

Léo Ferrarini e JP Gonçalves

Espinho de Limoeiro

Mauricio Gerace

Fabiano Castro

Noneto de Casa

Código Ternário

Trio Três Pontos

Trio Macaiba

Du8o Urubatã

Paulo Flores e Cambanda Jazz Combo

 

CIRCUITO BRASIL INSTRUMENTAL 2017

1ª Fase

1ª Etapa – BOTUCATU

 

Músico convidado: João Paulo Barbosa (sax) e Cuesta Jazz Band

2ª Etapa – SANTA CRUZ DO RIO PARDO, DISTRITO DE SODRÉLIA, RIBEIRÃO CLARO, TAGUAÍ, CHAVANTES, FARTURA, TIMBURI E OURINHOS (SEDE)

Músico convidado: Raphael Sampaio (trompete) com Bandas Marciais

 

3a Etapa - OURINHOS

 

Músico convidado: Esdras Rodrigues (violino) com OEXPO – Orquestra Experimental de Ourinhos

 

4ª Etapa – MARÍLIA

Músico convidado: Diego Garbin (trompete) com Orquestra de Câmara de Marília

5ª Etapa – CAMPINAS

Grupo de Cordas Breusil com Toninho Ferragutti e Neymar Dias

Grupo de Cordas Breusil - Pixinga o Arranjador

Big Band do IA  - Pixinguinha em Pauta

2ª Fase

Encontro de Bandas Marciais com Raphael Sampaio

Grupo de Cordas Breusil com Toninho Ferragutti e Neymar Dias

Cuesta Jazz Band com João Paulo Ramos BarbosaShow “Buraco no Tempo” – Big band do IA Unicamp e Grupo de Cordas Breusil com Toninho Ferragutti, Neymar Dias, Ricardo Herz, Roberto Sion e Esdras Rodrigues

Big Band do IA – Unicamp com Roberto Sion

Grupo de Cordas Breusil com Ricardo Herz

Show “Moacir Santos” - Jazz Combo e Grupo de Cordas Ourinhos com Martina Marana


JUSTIFICATIVA

O Festival Brasil Instrumental teve seu início no ano 2000, como Mostra MPB Instrumental comemorativa aos 10 anos de existência do curso de MPB e Jazz do Conservatório de Tatuí. A idéia era a confraternização entre professores e alunos que passaram por ele nestes anos. Porém no decorrer da estruturação veio à tona a realidade na qual a música instrumental brasileira estava imersa, uma existência à revelia dos espaços de shows e mídia! Dentro dessa realidade foram feitos 10 dias de festival com 30 shows e 50 workshops, dentre os participantes: Banda Mantiqueira, Banda Savana, Quebrando Galho, Nelson Ayres, Época de Ouro, Arrigo Barnabé, Orquestra Popular de Câmara, Monica Salmaso, Teco Cardoso, Vinicius Dorin, Fernado Correa, Bonsai, Cambanda Jazz Combo, Banda Curare, Lula Galvão, Benjamin Taubkin, Curupira, Itiberê Orquestra Família, Joice, Paulo Freire, André Mehmari, Toninho Ferragutti, entre outros, com uma verba insignificante de 30 mil reais!!! Em 2002 com o patrocínio da Petrobrás realizou-se a segunda edição com o nome de II Brasil Instrumental com a natural repetição dos nomes acima, indiscutível reconhecimento pela participação quase gratuita no 1º, somando-se aos nomes de Hermeto Pascoal, Cesar Camargo, Heraldo do Monte, Hamilton de Holanda, Brasília Brasil, Toninho Horta, Guinga, Paulo Sérgio Santos. Dez programas foram gravados pela TV Cultura, para o Jazz & Cia. A partir de 2003 criou-se a Banda Brasil Instrumental, grupo com formação flutuante com intuito de resgatar nosssos grandes arranjadores como: Moacir Santos (2003), gravado pela TV Cultura, Dori Caymmi(2004) com o próprio, Tom Jobim instrumental (2005), Radamés Gnattali (2006), Maestro Branco (2007) com o próprio e destaque do festival em 2008, Pixinguinha o arranjador, trabalhos inéditos de Pixinguinha para a rádio Tupi extraídos de gravações ao vivo. Também em 2003 foi incluído no festival a Mostra Brasil Instrumental, edital aberto a grupos de música instrumental. A opção de transformar o Festival em itinerante vem de encontro com a necessidade de ampliação dos espaços culturais e da miscigenação cultural em todo o país. Queremos buscar núcleos de proliferação musical onde a questão da música instrumental é tratada com freqüência, dentro de universidades ou através de centros ou pólos de confraternização, levando aos mesmos uma rica programação sempre integrada as manifestações locais e propiciando através de editais a participação efetiva de grupos da região. Junto com a utilização de espaços alternativos buscamos levar essa arte aos locais onde está o povo, para que ele tenha acesso a nossa cultura independente das questões de mídia. Também através de bailes, gafieiras, forros, desfiles, com nomes significativos da nossa história, como Severino Araújo e Orquestra Tabajara, Gafieira com Toninho Ferragutti, Spok Frevo, Trio Macaíba, Dominguinhos, etc., fazemos o trabalho de formação do público tão importe para a perpetuação da cultura brasileira. Perpetuar este festival dando-lhe a característica itinerante foi um grande ganho para a cultura nacional. E a participação de músicos estrangeiros que se apropriam da nossa cultura para confraternizar com ela e seus produtores em nosso território é um avanço para que valorizemos uma das produções nacionais de grande aceitação mundial. A nossa música é a voz da nossa cultura para o mundo e devemos fazer de tudo para que ela seja ouvida. E agora perpetuar com a digitalização desse acervo fantástico perdido em gavetas se deteriorando. Salvemos esta memoria, pois vale a pena lembrar e proferir:

“Um povo sem memória é um povo sem futuro!”

LINK 2017

Circuito Brasil Instrumental 2017

Matérias e notícias

curriculo comprovantes 22.pdf

DEPOIMENTOS    


“Até que enfim apareceram empresários inteligentes, patrocinadores inteligentes. Não é investir nisso aí que dizem que o público gosta, esta música descartável. O público gosta disto que sai de dentro da gente como poesia, a verdadeira música, a música boa, a poesia esta nas próprias notas e no ouvido de quem escuta. É a música instrumental, mas eu gosto de chamar de música pura. Música não é pra gente entender é pra gente sentir. Eu fui aprender teoria depois dos 45 anos de idade. Foi muito bom pra mim. Desenvolvi muito a minha cabeça. Falando de Festival , eu acho que este já começou com o pé direito, quem patrocina um Festival deste é inteligente, porque a música boa tem uma essência muito bonita e só vai fazer as pessoas evoluírem, terem uma evolução. Eu quero dizer pra vocês que isto é uma aula! Não tem no mundo! Eu nunca toquei, na minha vida, num Festival que tivesse um nível tão grande como este aqui. Espero voltar aqui no ano que vem, agora com o grupo. Vocês vão conseguir mais patrocinadores inteligentes”. Hermeto Pascoal 
 
“A vida inteira eu venho tentando fazer uma síntese do candomblé, das influências externas, com este fundamento rítmico afro-brasileiro. Esta visão universal da música, que não é o que interessa para o mercado, para a mídia. Acho que tem muitas correntes e muita coisa boa acontecendo. Veja aqui as pessoas que estão tocando, fazendo workshops, todas juntas num mesmo lugar trocando idéias. Acho que assim podemos fazer uma música brasileira nova, com novos fundamentos rítmicos, uma síntese cultural. É isto que eu acredito, estar fazendo parte deste movimento. Estamos construindo uma identidade nacional”. Eduardo Contrera   

“Vocês estão de parabéns pelo evento! É o segundo que vocês conseguem realizar. Eu sei que o esforço é bem grande. Isto é super importante, não só pra mim, como pra todos os músicos do Brasil, por ser aquilo que a gente vem batalhando há muito tempo, a música instrumental. Ela foi muito interessante nos anos 60 e depois impedida de ser divulgada em todos os veículos de mídia, houve uma podagem neste estilo de música. Acho importante, também, para as pessoas que escutam música, pois, elas passam a ter uma opção de escolha artística, não só a visão da música popularesca que a TV nos força a escutar. Por outro lado, é muito importante para que a gente mostre o nosso trabalho, tão escasso de espaços, tanto para shows como em gravações, TVs, etc. Este Festival, de repente, bem pode se tornar internacional, levando a nossa música para fora. Estou hiper contente de participar e gostaria que fosse uma coisa duradoura. Que os patrocinadores continuem a investir no Festival”.         Nenê   

“Eu me sinto como um dos caras que batalhou pela MPB instrumental. Se não fossem os músicos não existiriam os cantores. Hoje os músicos dependem muito dos cantores. Acho que não deveriam poder cercear os espaços da nossa cultura. Deveríamos poder dividir mais estes espaços, na mídia, e não bloquear o acesso das pessoas a esta música não
cantada. Hoje o espaço tá difícil, cada vez mais complicado, mas a questão é a gente insistir, nos unirmos, e continuaremos batalhando, como velhos operários do som. E agradeço por esta oportunidade de estar do lado de tanta gente boa, importante da MPB instrumental. É só com gente de cabeça organizando que se consegue fazer isto. E é assim que acreditamos que possa haver um futuro para o músico brasileiro aqui na sua própria terra”.      Toninho Horta   

“Quanto ao Brasil Instrumental, achei que estava tão em cima da hora, que não acreditei que rolasse. Mas rolou! E que programação maravilhosa! Esta intenção de dar força pra música instrumental realmente vingou, todos sacaram isto. Espero que aconteça todo ano. Amigos meus de N.Y. me mandaram e-mails para saber se isto era real. - Estes caras todos, aí, juntos? Se eles vissem o Hermeto regendo a banda de um lado, a platéia do outro e mais um bando de músicos, eles ficariam loucos. Pra mim é um prazer participar. Parabéns e bola pra frente”.  Rogério Bocatto   

“Este Festival é de uma importância muito grande. Nunca ouvi falar de um trabalho tão grande assim, com tantos shows e workshops. Isto é muito importante para que haja um saneamento na MPB que vem passando por um momento muito ruim. Trocar informações com as pessoas que participam é extremamente fundamental. É o Festival mais importante do Brasil”.     Betinho Sodré   
“O Festival vem preencher uma lacuna no momento do ensino da música brasileira. O conservatório vem buscando dar espaço, não só para a música erudita, como também para a contemporânea e a MPB, que é de grande respeito em todo o mundo, mas infelizmente, este mesmo respeito ela nem sempre tem em seu país de origem. Nós como escola temos a responsabilidade de abrir as portas para estes grandes instrumentistas que aqui estão, mas não só para shows, como também para dar acesso aos alunos e as pessoas interessadas no trabalho e na troca de informações. Acredito que desta forma o conservatório está preenchendo um espaço que veio para ficar. Espero que no próximo ano, possamos aprimorar mais este trabalho, para que estes músicos que estão aí nesta batalha possam ser reconhecidos aqui como são no exterior”.      Maestro Neves   

“Quanto a MPB instrumental pode-se pensar sobre dois aspectos: o de consumo e o da execução. Quanto a execução está como sempre esteve, com ótima qualidade. Quanto ao consumo existe a questão do espaço, divulgação. Não acho que seja uma coisa setorizada, acho que é mundial, pois, isto se deve ao fato de ser música pura, por ser mais abstrata e de maior dificuldade de absorção. Para resolver este problema devemos dar ênfase na educação, na formação, na difusão, com apoios públicos e privados. Educar é responsabilidade de todos. Patrocinadores devem ver a médio e longo prazo. Investir no público, investir na formação e não só nos dividendos imediatos dos eventos”.       Cláudio Leal Ferreira   

“Primeiro, estou muito contente de estar aqui, participando deste projeto que é muito bonito, muito nobre. Um projeto neste sentido de dar oportunidade para músicos instrumentistas de boa qualidade é muito raro e muito bom. Fico feliz de estar inserido neste contexto, com estes excelentes músicos. Espero participar disto outras vezes. E quero parabenizar os organizadores por este esforço, que é muito bom e muito bonito”.    André Mehmari   

“É muito bonito de ver música viva, a gente que faz música viva fica muito feliz quando encontra uma oportunidade de ver gente aprendendo e buscando fazer isto. Gente que se preocupa com o conteúdo, na construção da música mais que em qualquer outra coisa. O público que a gente encontrou aqui é um público de sonho! Gente que se preocupa em beber a música. Isto é uma boa notícia. Este Festival é uma das boas notícias que estão acontecendo no cenário da música brasileira”.   Mônica Salmaso   

“A música instrumental no Brasil vive um momento muito inspirado. Existe uma continuidade de gerações, músicos que vem fazendo um trabalho há 20, 30 anos e esta nova geração de excelentes, maravilhosos músicos. É isto que esta mostrando este Festival aqui em Tatuí. Primeiro por Tatuí ser uma escola e também pelo fato de trazer gente de outras regiões. Pra cultura brasileira é importante que este Festival aconteça mais 20 vezes, se firmando como o verdadeiro espaço que é. Parabéns!”            Benjamin Taubkin   

“Espero que este Festival dure uns 125 anos! Que tenha sempre este espaço. É o melhor Festival que eu já toquei na minha vida!”          Silvio Mazzuca Jr   

“Acho que a música instrumental passa por um momento fantástico. Este Festival é a prova disto, são várias gerações que estão aí, se dedicando a este tipo de música. Novos compositores, pessoas de renome, todos aí, juntos, numa grande festa. É um Festival fundamental! Acho que já é um marco na música brasileira e mundial. Acho que já, já, as pessoas viram de todas as partes do mundo para saber o que estamos produzindo aqui. Parabéns a produção e vida longa ao Festival!”       Teco Cardoso 

“Estou muito feliz de estar aqui nesta escola, que eu estudei durante 5 anos e que tenho o maior carinho, apresso e respeito. Voltar aqui no meio deste Festival, é fantástico! Poder ver o nível da moçada que está aí! É bom saber que a coisa vai continuar e principalmente, assim, com música brasileira. Tenho ido no boliche onde tá tendo a “canjação” e fiquei surpreso, se fosse no meu tempo só se tocaria standards de jazz e funk, mas aqui foi só MPB do começo ao fim. Acho que estamos num momento de sermos muito nacionalistas e tratar a MPB como coisa de segurança nacional, -  a gente tem que preservar! Parabéns pro Festival e que se repita daqui para frente.”       Zé Alexandre Carvalho 

S O N H O S   
 II Festival! Nossa! Falar de sonhos é coisa grande! Grande é sonhar!  Sem eles, o que somos? Sem tê-los, como realizá-los? Qualquer um que seja!  Matéria!  Coisas palpáveis!  Dinheiro!  Coisas compráveis!  Sonhá-las! Um carro, uma casa, um cd player, umas férias na praia! Ou no campo?  Sonhar coisas!  Quem está vacinado contra isto? Todos sonhamos!  Mas sonhos, desejos, vontades, são cotidianos!  Vamos dormir almejando os sonhos. Talvez nos parcos momentos do encontro, colchão e travesseiro, nos reabilitemos para as frustrações cotidianas. Ora, na verdade, parcos são nossos sonhos, que são parcos na chance de serem reais.  Para que sonhar, se a possibilidade de concretização é sonho? Sonho bom e sonho ruim. Se não tem chance de acontecer, não é sonho, é pesadelo.  Um amigo meu me disse uma vez, que é melhor um fim com susto, do que um susto sem fim!  Aquela sensação de afogamento pelo suspiro? Aquela coisa do “só ar que entra”!  Nossa! É melhor desafogar! Xingar a mãe!  Exortar a existência!   Concretizar sonhos é viver na expectativa da calamidade. Porém, é viver na loteria da felicidade. Ser feliz não é o cotidiano, mas é a glória.  Um momento de felicidade vale mais que cem momentos de frustrações.  Conquistar o sonho é a plenitude da vida.   E como dizia o poeta – “Que seja infinito enquanto dure”!  Sejamos poetas e sonhemos! Mesmo que, talvez, o sonho não se torne realidade. Sutil é a realidade; concreto é o sonho!  Mesmo que as verbas não venham; mesmo que a coisa não se concretize na matéria torpe, ela existe! O amor é imaterial – e nós sentimos!  A poesia, a arte de fazer versos ou juntar notas é imaterial – e ela existe! Ela é parte integrante de nós, “é nós”!  O CGC, o IPVA, o CIC, o RG, a 172-32-005294-2, o CEP, o 0-0001 ou qualquer que seja a sua condição social, não é a sua realidade. Você não se vê um CEP ou um IPVA!  Estes sonhos não são nossos, porém, nós compramos!  Vamos nos tornar vendedores, como artistas que somos, e acreditar que nossas propostas sonhativas são mais valiosas e mais viáveis, democráticas. Nós somos senhores do mundo!  Nós somos DEUSES!  Nós somos os sonhos, se não tivermos medo deles, ou de nós mesmos!  III Festival! Será sonho? 
PAULO FLORES
 
“O que eu tenho a dizer é, acredito, que o Daniel e o Rogério concordam comigo, que a gente é muito feliz em viver este momento, em especial na música instrumental brasileira. É um momento mágico juntar toda esta moçada, deste nível, é maravilhoso!”                       Hamilton de Holanda e Brasília Brasil   

 “Eu que não sou brasileiro. Eu fico deslumbrado com a música instrumental brasileira, que é muito rica e tem músicos maravilhosos. Acho que a música instrumental, aqui, é uma das mais interessantes do mundo, com certeza. Os músicos brasileiros influenciam os músicos do mundo inteiro, apesar de não terem espaço, aqui, para se apresentarem. É fantástico este encontro aqui, pois, é um dos únicos festivais no Brasil, de MPB Instrumental, com aulas e altíssimo nível.”                          Dimos Gouderoulis 

   “Importante demais, acontecerem coisas assim! Festival com caráter de informação, é muito bom, porque, ajuda no desenvolvimento dos jovens, dos novos, criando espaços para divulgação dos trabalhos para um público espefícico, mostrar que existem outras coisas, que não só o que aí está. O nível geral da música, nos meios de comunicação, caiu bastante. A preocupação com a qualidade não existe mais. Ninguém, os Srs. da Mídia, se importam, mais,  com a estética. Este Festival é único por se preocupar com o público formador, estudantes e profissionais. Acho muito importante esta iniciativa, e  espero que permaneça!”          Arrigo Barnabé 

  “Para mim é uma honra ser convidado para o Festival. É uma iniciativa magnífica em prol da música e do músico brasileiro, para formação do instrumentista e do público.  São iniciativas como esta que enriquecem a todos.  Só lamento que isto aconteça muito esporadicamente e eu torço para que este encontro ocorra, não sei com que freqüência, se desse prá ser todo mês... O músico no Brasil não é muito valorizado e são oportunidades como esta que levam a gente a fazer as coisas.”    Fernando Correa

 “MPB Instrumental tem um peso fundamental na nossa cultura. A música instrumental é um celeiro de idéias. Este Festival é a prova disto. Aliás, este Festival está de parabéns. É um evento de uma magnificência, uma importância, em que os músicos participam com um prazer enorme, mantendo acesa esta chama, da pesquisa, da criação.”              Caito Marcondes 

 “Este é um dos projetos mais importantes que eu vi sendo organizado no Brasil. Foi muito bom ver tanta gente boa tocando, num lugar e numa condição tão feliz, pros músicos, pros alunos e pro público. Acho que foi um evento super marcante e deveria se repetir todo ano, porque se trata de uma identidade brasileira, da cultura brasileira e da música brasileira, que é um instrumento de poder,  de  cidadania e até de exportação.”             Léa Freire   
 
   “Eu conhecia a música brasileira antes do país e das pessoas. Eu tenho uma paixão em casar o que eu sei fazer – o jazz com a MPB. Prá mim é um privilégio estar aqui, com estes músicos, neste Festival. Realmente tem coisas fantásticas acontecendo aqui. Eu não conheço outro lugar que tenha tanta música instrumental, assim, boa, acontecendo.”           Bob Waytt 

   “O Festival poderia pensar que o músico sabe tocar muito bem, porém, é muito mal representado. Não existe nenhum deputado federal, estadual, vereador, que fale por nós. Não temos nem associações, nem a Ordem. Nós deveríamos refletir um pouco sobre isto. A gente não é uma peça isolada em casa estudando escalas. A gente é parte de uma sociedade e a gente merece uma representatividade melhor. São espaços como este, este Festival, que possibilitam estas coisas, mostrar música e discutir música.”                  Nelson Ayres 

   “Gostei muito de tocar aqui, um público ótimo. Gostei de ver tanta gente boa tocando, dando workshops e acho que esta iniciativa serve de exemplo para as escolas, conservatórios do Brasil e acho que os políticos deveriam olhar prá isto, pois, o produto de exportação brasileiro melhor que temos é a música. Vocês estão de parabéns aqui! Só posso jogar confete. Tá muito bom o que vocês fizeram aqui. Muito obrigado por ter me chamado.”                Mozart Terra 

   “Eu fiquei muito feliz de vir a Tatuí e ver o que eu vi. Um monte de gente nova, ensinando, aprendendo, porque quem aprende ensina e quem ensina também aprende. Este festival prá mim é o que todos deveriam ser, congraçamento, uma união. Acho que a MPB Instrumental está num momento especial, com uma cara própria, uma personalidade, uma identidade cultural muito grande. Acho que cada vez mais a música criativa brasileira tem que se difundir, instrumental, cantada, pois a gente tem uma responsabilidade cultural muito grande com este Brasil. Parabéns e obrigado por terem me convidado.”           Joyce   

 É difícil a gente imaginar uma congregação, assim, juntar músicos tão criativos, importantes num mesmo espaço, como Tatuí.  Realmente fiquei surpreso, porque nestes dias aqui eu senti o ambiente mais integrado dos festivais que já participei. Música brasileira criativa, vocal, instrumental, com os estudantes, com os músicos, com o público, todos integrados, unidos.  Fiquei extremamente feliz de ver isto acontecendo, nesta hora aqui no Brasil, em que a gente precisa que os instrumentistas e estudantes se congreguem para levar avante esta que é a música criativa brasileira.  Este evento tem que continuar e manter a sua característica de programação bem dirigida e workshops bem concatenados.       Rodolfo Stroetter   

 “Realmente este Festival vem crescendo a cada edição. Ele vem adquirindo uma força enorme, o que é muito importante na nossa música instrumental.  Tenho visto uma diversificação muito grande, não só nos shows, como nos workshops.  Os assuntos são variados e todos de grande importância para o nosso trabalho.  É muito bom prá gente poder ter um espaço assim prá mostrar o trabalho. Isto estimula a gente a trabalhar, a produzir.  Tenho certeza que, como na anterior, esta edição, vai render muitos frutos.  Está se criando uma tradição da maior importância pro nosso trabalho.”         Rafael Dos Santos

    “É uma grande honra poder participar deste Festival. Primeiro por estar do lado destes grandes músicos. Quando eu vi a programação eu fiquei encantado. São tantos músicos incríveis! Este tipo de evento proporciona aos jovens um conhecimento muito profundo da produção cultural brasileira instrumental, que vem de caminhos, às vezes, muito diferentes, que as pessoas tomam.  O fato de ter workshop  e show  é muito importante, pois, é como se fosse uma continuidade do trabalho. Eu acho que esta iniciativa do Festival, quando é tomada por músicos, fica melhor ainda, porque eles sabem do que as pessoas precisam, como, o que, os artistas precisam.  Estas são iniciativas cada vez mais raras no Brasil. É raro você poder fazer um encontro deste. Sempre que me chamarem eu vou vir correndo. É um prazer participar de um encontro destes.”        Paulo Freire

    “É nestes encontros que a música viva aparece. A existência dos alunos que estão interessados em aprender e a oportunidade das pessoas mostrarem o trabalho. Fazer um encontro como este, com trinta shows, num espaço de tempo reduzido é incrível! Você tem três shows por dia, acaba juntando até os artistas, um vendo o show do outro. Isto faz com que a gente se atualize, acumule energia, para manter a música nova. Este encontro é especial, mostra muitas tendências, todas vivas, emotivas, criativas.”      Paulo S. Santos
 
  “Festival como este é um enorme incentivo prá gente continuar fazendo esta MPB maravilhosa, que a gente tem.”   Guello

   "A MPB Instrumental é uma das formas de arte, mais importantes que existe – a música pura.  É o amor pelo instrumento, produzir sons e organizar sons. Isto no Brasil é uma coisa muito forte e eu fico feliz da MPB estar ganhando este espaço e o espaço no coração das pessoas. Na verdade, é só dar espaço que as pessoas gostam.”          Mané Silveira 


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